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  • CELAFISCS no Chile - Primer encuentro de Relaciones Saludables

    Es un gran encuentro ciudadano que convoca a personas, familias, colegios, universidades, empresas, organizaciones e instituciones públicas y privadas, a  promover las  relaciones saludables y la felicidad en Chile. Esta Feria se despliega como un evento único en el país y en sudamerica, que difunde y comparte ideas, servicios, productos y estilos de vida saludables para promover el bienestar, la felicidad y la calidad de vida en las personas, las familias y el país.


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  • Congressos de Prevenção de DST e AIDS 2012

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    As inscrições de trabalhos para o IX Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids, o II Congresso Brasileiro de Prevenção das Hepatites Virais, o VI Fórum Latino-americano e do Caribe em HIV/Aids e DST e o V Fórum Comunitário já começaram e o formulário pode ser preenchido pela internet até 15 de Abril.


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  • Exercise is Medicine

    Exercise is Medicine


    "Exercise is Medicine" - EIM (marca registrada) é uma iniciativa para incentivar os médicos da atenção primária e outros prestadores de cuidados de saúde para incluir o exercício na elaboração de planos de tratamento para os pacientes. EIM enfatiza a necessidade de uma avaliação regular de exercício e atividade física ao longo de serviços médicos como parte integrante da prevenção e tratamento da doença.


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  • Beca Cronicas 2012

    MAESTRÍA EN INVESTIGACIÓN EPIDEMIOLÓGICA
    CRONICAS - Centro de Excelencia en Enfermedades Crónicas DE LA Universidad Peruana Cayetano Heredia(UPCH) convoca a profesionales en ciencias de la salud con interés en investigación, especialmente en enfermedades crónicas, a postular a la BECA CRONICAS 2012, la cual ofrece el financiamiento al 100% del programa de Maestría en Investigación Epidemiológica de la Escuela de Postgrado de la Universidad Peruana Cayetano Heredia en conjunto con el Centro de Investigación en Enfermedades Tropicales de la Marina de los Estados Unidos (NAMRU 6), Perú, a desarrollarse entre los meses de marzo y diciembre del 2012.


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  • The Centers for Disease Control and Prevention (CDC) International Course on Physical Activity and Health

    The field of physical activity and public health is a field of rapidly growing and dynamic professional. To help physical activity professionals stay abreast of current information, we are offering this training.


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  • Walk21

    There are many things that we can learn from Mexico City, the oldest city in the Americas, to help us shape a more sustainable future for our own local communities, but the principles for growth remain a constant – to build safe, healthy, mobile and competitive places. This is why the international organization Walk21and The Centre for Sustainable Transport have come together to provide a unique joint Congress, a platform for politicians, advocates and technical experts to share their experiences and inform how collectively they can ensure communities of any scale can step into the best possible futures.


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  • II Pan-American Conference on obesity, with special attention to childhood obesity

    Em Aruba, de 12 a 16 de Junho de 2012. Dr. Victor Matsudo será um dos palestrantes.


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  • V Seminario de Actividad Física en la Universidad

    Programas nacionales de promoción de actividad física: Experiancias y Retos. Viernes 24 de Agosto de 2012. Pontificia Universidad Javeriana - Bogotá. El Seminario es un evento de carácter académico, de convocatoria abierta y gratuita, esta dirigido a estudiantes, académicos, profesionales y todos los interesados en la promoción de hábitos saludables enfocados en actividad física. En esta versión, países de las Américas darán a conocer las estrategias que adelantan para la promoción de actividad física a nivel nacional, a través de sus experiencias y retos.


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Economista do Banco Mundial debate sistema de saúde público-privado

André Medici é especialista em políticas de saúde e estará no primeiro dia do 16o Congresso Latino-Americano de Serviços de Saúde.

Convidado do primeiro dia do 16o Congresso Latino-Americano de Serviços de Saúde, o economista sênior do Banco Mundial, André Medici, é especializado em políticas de saúde. Autor de livros, foi professor e pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública (RJ) e participou do movimento que resultou, em 1988, na construção do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil. Os congressistas deste ano poderão compartilhar experiências com o especialista no dia 25 de maio, dentro do Módulo de Saúde Público-Privado, que acontece no Expo Center Norte, durante a feira Hospitalar 2011. Confira, abaixo, entrevista com André Medici:

Qual a sua expectativa neste ano para o Módulo de Saúde Público-Privado?
André Medici – O módulo foi estruturado para avançar na discussão de temas atuais nos desafios do setor saúde: a complementaridade das relações entre os setores público e privado e a importância de seu exercício para a sustentabilidade dos sistemas de saúde no Brasil; a discussão entre prioridades de saúde e avaliação de tecnologias para aumentar a eficiência e o valor do produto de saúde entregue a população, destacando a experiência do NICE, na Inglaterra, do Instituto Cochrane, no Brasil, e da Anvisa; a contribuição dos hospitais públicos e privados na preservação ambiental; e a promoção da qualidade, segurança dos pacientes e transparência no setor saúde. Minha expectativa é que se tenha uma discussão muito rica, com novas ideias e cheia de experiências internacionais relevantes para o Brasil.

Qual o papel do setor privado hoje no sistema público de saúde brasileiro? Existe de fato uma interdependência entre eles?
André Medici – Existe. O SUS não poderia existir sem a forte participação do setor privado na prestação e entrega de serviços para a população. De acordo com dados da Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária do IBGE de 2009, dos 315 mil leitos de internação disponíveis no SUS, 54% pertenciam ao setor privado lucrativo ou filantrópico. No mesmo ano, o Brasil realizou 23,2 milhões de internações, das quais 8,1 milhões em hospitais públicos e 15,1 milhões em hospitais privados. Destas realizadas por hospitais privados, mais de dois terços (10,9 milhões) foram pagas pelo SUS. Portanto, a interdependência entre os dois setores continua sendo muito alta. No entanto, existem áreas onde a coordenação e a interdependência poderia melhorar.

Na sua visão, os problemas do SUS se resumem somente a má administração e escassez de recursos?
André Medici – O SUS representou muitas conquistas para a melhoria da saúde dos brasileiros, mas problemas de gestão, corporativismo e falta de transparência são ainda questões endêmicas. Temas como gestão e transparência parecem estar no centro das preocupações do ministro Alexandre Padilha, quando declarou que a organização do sistema em redes de saúde é uma de suas prioridades. Temas associados à governança já têm encontrado algumas soluções, como as organizações sociais em São Paulo, as parcerias público-privadas que vêm crescendo na Bahia, Pernambuco ou em municípios como São Paulo. Muitas destas experiências já possuem avaliações positivas. De qualquer forma, é importante que a gestão exija soluções que permitam aumentar a autonomia das instituições, dar liberdade ao gestor em alocar os recursos físicos, humanos e financeiros na combinação mais apropriada para melhorar a eficiência e gerar incentivos adequados para que os profissionais participem com o máximo de seu intelecto e boa vontade no processo. Vale destacar ainda que uma melhor gestão é a forma de combater a escassez de recursos, pois não se pode colocar recursos adicionais em uma administração ineficiente.

Existem experiências em saúde de outros países que são bons exemplos a serem reproduzidos no Brasil?
André Medici – Não resta dúvida que a experiência internacional deve ser uma boa fonte de inspiração para a melhoria dos sistemas de saúde no Brasil e em qualquer lugar. Por exemplo, hoje em dia exportamos a cultura de promoção de saúde através de atividade física, como forma de prevenir a obesidade e doenças crônicas. É o caso do Agita São Paulo. Seus protocolos se transformaram no Agita Mundo, que hoje em dia é uma ONG sediada na Suíça, e são recomendados pela Organização Mundial da Saúde e pelo CDC dos Estados Unidos para o mundo. A experiência brasileira do Programa Saúde da Família também é outro produto de exportação com bons resultados. Mas o Brasil também tem muito a aprender em matéria de gestão de saúde, aplicação de protocolos e experiência de cobertura, como vem ocorrendo em muitos países desenvolvidos e em desenvolvimento.

Neste ano o senhor irá moderar a mesa sobre as prioridades em um cenário de muita demanda e poucos recursos. Este é o maior desafio da saúde pública hoje?
André Medici – Sim. Iremos discutir um dos temas mais importantes para os sistemas de saúde da atualidade, que é o de como definir prioridades.  É um tema fundamental para a interpretação do conceito de integralidade em saúde. É preciso desenvolver metodologias sistemáticas para a inclusão de novos bens e serviços no conceito de integralidade associadas ao cumprimento de três condições: viabilidade orçamentária, evidência científica do protocolo associada ao uso deste bem e serviço e garantia de que a fórmula utilizada é a mais custo-efetiva entre as opções existentes.

Clique aqui para baixar: The Growing Danger of Non-Communicable Diseases - Acting Now to Reverse Course

Por Ricardo Balego

Fonte: ClasSaúde - Congressos de Gestão